Artidonio Ramos Fortes (*) (Acróstico ao pai do Poeta)

A dvogado eloqüente, honesto e competente, a vida te gerou

R ico conhecedor das ações judiciais e da prática forense.

T udo pelo bem-estar da família e das pessoas em geral,

I rmãos de sangue ou de alma, clientes ou não!

D om inato para auxiliar as pessoas carentes de amparo.

O teu dia-a-dia foi dedicado ao trabalho e à concordância,

N um mundo de discórdias, ganância e egoísmo!

I gualmente aos grandes mestres, tu atuaste

O bjetivando, com fé, ajudar a todos com altruísmo!

 

R azão de ser da tua vida sempre foi a simplicidade,

A legria, amor, disciplina, trabalho, ética e devoção pelo próximo!

M uito contribuíste para tornar esta sociedade melhor!

O ntem, hoje e amanhã, tu sempre serás lembrado,

S implesmente por tudo de bom que nos deixaste legado!

 

F oste um ser sincero, afetuoso, cortês e honesto.

O teu labor tinha como meta promover a justiça,

R azão primordial para se conseguir a paz social!

T u vieste ao mundo para transmitir a todos esta mensagem:

E ncontra-se a paz com vontade, esforço, determinação e trabalho,

S em esquecer uma pitada de misericórdia e compaixão!

                                          Obrigado, pai!

(*) Este poema participou da 4ª Antologia da Associação dos  Cronistas, Poetas e Contistas Catarinenses, em Florianópolis,
livro editado pela Gráfica e Editora São Cristóvão, pág. 118, 2000.

(*) Este poema participou da XII Antologia de Poetas e Escritores do Brasil, livro editado pelo Grupo Brasília de Comunicação, com sedes em Brasília-DF e Rio de Janeiro-RJ, pág. 78, 1998.


 

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