Luciene Arantes

Nasci de alma nua,

Ao pé da serrra  a luz dos pirilampos,

E da lua...

Chorei não sei se de tristeza ou de alegria,

Em casebre de pau-a piques,

Entremeado as Serras o eco de longe se ouvia,

A segunda, de pele não tão alva,

sobrevivente,

Já sonhava com o brilho da estrela Dalva,

Alma nua e despudorada,

Fala à minha frente,

Sem receio de ser maldada,

Há quem despreze o olhar de minha alma nua,

Prefere almas encobertas,

A verdades nuas e cruas.

Se reles ou nobre...

Sou o que sou,

Alma nua que jamais se cobre.

 

"O poeta escreve o que a alma dita!"

Poesias de Luciene Arantes

Título Data Com.
Onde estão os homens,homens? 15/07/2017 0
Ignorância? 15/07/2017 0
Professores ou o quê? 03/05/2015 0
PAPAGAIOS E PERIQUITOS 01/02/2015 1
O Preço do Dinheiro 13/02/2013 1
Saudades 13/02/2013 2
Apenas um Vento 21/01/2013 3
Quanto custa teu voto? 17/10/2012 0
Arrumando a casa 05/05/2012 1
Com licença,só estou de passagem 12/02/2012 3
Um fastama em minha vida 06/01/2012 1
Já cresci,não quero mais brincar de escolinha! 30/12/2011 2
ESCOLHAS 14/12/2011 2
Paineira de cinco cores 10/11/2011 3
Estão batendo aqui! 21/09/2011 1
Um estranho no espelho 22/06/2011 5
Partes de um amor inteiro 31/05/2011 2
Mãe... 04/05/2011 1
O sagrado e o satélite 30/04/2011 2
Devolva-me 26/04/2011 2