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Estranho

 

 

 
"Aos poucos vou perdendo a graça do que andava fazendo
Aos poucos vou sentindo
A falta do que tinha,
Mas, cego, imaturo não percebia.

Aos poucos vou sentindo
A força do seu passado
Desesperado invento fugas
No meu imaginário.

Uma Mão corajosa
Aparece e me detém.
Olho para dentro e  para  o  fundo
E vejo que o passado nada tem

Na luta descompensada
Entre o que sou agora e o que já vivi
Clamo a Deus por coragem e
Peço para que Ele lute por mim..."

 

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Fabiana Agueda
18/05/2012

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