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A ROTA

Quais são hoje os teus temores
E as tuas tribulações?
Quais são hoje os teus horrores
E problemas sem soluções?

Estais agora conscientes de quem és?
Já encontrou da vida a razão?
Não tens o mundo a teus pés,
A não ser que seja o teu mundo de ilusão!
 
A cortina que cerra teus olhos,
Não te deixa deslumbrar o horizonte.
O amor da boa mãe a seus filhos,
É fiel embora estejam eles distantes.

Nesta tua passagem pela vida,
Eu não estou nela, mas sou presente,
Seja ela boa ou muito sofrida,
Não há motivo para que eu esteja ausente.
 
Os percalços pelos quais já passaste,
E os outros por quais ainda passarás,
Tu por outra oportunidade os escolheste,
Desejo-te que sejas firme e não te arrependerás

Pisar em terras quentes e cheia de espinhos,
Faz sentir quem nelas pisam, dores alucinantes.
O valor do teu obrar determina o caminho,
Resta-te, olhar e ver lá no distante,

Que tu és mais um que vai seguindo a rota,
Programadas por mentes de superior alvura.
Faça-se merecedor e de a resposta
Tornando-se digno da Luz que tanto procuras
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Pela estrada da vida, não são poucos que vão caminhando com passos incertos em busca de um horizonte, que a cada passo dado fica cada vez mais distante porque enfrentamos uma forte corrente contraria, que nos empurra como se fossemos um peixe a galgar cachoeiras na piracema No raiar do dia

Ubirajara Fernandes
22/12/2008