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Em um outono qualquer...

Era outono, a brisa doce passava,
as folhas caiam, em um lugar qualquer...
E açoitado no escuro, aquele homem chorava
com a saudade do amor daquela mulher.

Era maio, tempo de lembranças
tempo de outono e de renovações.
Lembrava, então, quando duas crianças
menino e menina, tais recordações...

E em certa noite, o homem ainda esperava
que aquela mulher do passado voltasse...
Pois sendo ela a pessoa que ele mais amava,

queria de novo que os teus lábios beijasse,
E hoje, em qualquer esquina, em lugar qualquer,
o homem ainda espera pelo amor dessa mulher...

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Thainá Saldanha & Murilo Saldanha.
Um prazer em poetar com você Mu! Limeira


13/05/2008