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Um ser chamado poeta! - Poema a quatro mãos (Charlyane Mirielle & Rodrigo Ferreira Santos)

[Ilustração não carregada]

Um ser chamado poeta

Se me cato num canto escrevendo um poema
De certo, é que estou deliberando energias
E escrevendo solto a voz que declama os problemas
Em busca de soluções nas minhas vorazes poesias.

Molho a ponta da caneta em nanquim
Moldo as palavras que viram poema
E crescem os versos num vago jardim
Que a espera já estavam de qualquer tema.

As coisas acontecem, é assim, é a vida
Saio correndo, e brindo ao mesmo tempo
Já que sou a árvore desgalhada e esquecida
Brindo com quem me acompanha. O vento!

Entre os versos ilusórios que eu carrego em minha cara
Ratifico as tristezas, sublinhando a esperança
Pego rima imperfeita e faço dela, jóia rara
Já que dentro de um poema, sou poeta, sou criança

No ressurgir de uma estrela, um sorriso cristalino
Vem trazer a inspiração revestida em sentimento
Nos caminhos desta escrita, sou o rei e sou menino
Cavaleiro em desatino, vendo a vida em movimento

Se numa folha em branco, um arco-íris nascer
Desenhando as palavras coloridas de um profeta
É o amor, que entre linhas, o sonho faz renascer
Na loucura mais bonita de um ser chamado Poeta

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Na raiz da poesia de dois autores!

Pois é, eu tive a graça de compartilhar um poema com a bela poetisa que é a nossa amiga Charlyane!

Charlyane, obrigado pelo seu momento, pelo seu tempo!

Beijos! Cada um na sua casa! Entre uns e outros e-mails...

Rodrigo Ferreira Magalhães
03/10/2007