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ENGANOS!

SEM ENGANOS!
 
Árido..Sem reações
O que restou
Depois dessa tempestade
Que arrasou as entranhas
Com pérfida ..Liberdade
 
Nada sobrou..Nem deixou
Apenas  ouço ..Soluços
A alma  agitada   ..Grita
Num sufocar..Desumano.
 
NÃO TINHA SIDO ENGANO
Foi por querer..Simplesmente
Amou  enlouquecidamente
Se entregou..Não pensou
Que  ao doar-se  matava
O amor que desejava
Por não saber-se    Judiava!
 
A aridez  da avalanche
Que derrubou  suas muralhas
Deixou  vestigios  de morte
Nessa ferrenha batalha.
 
O corpo não sente as dores
Das cicatrizes que mostra
A carne é simples  carne
A alma é que fica exposta!
Marilene Azevedo

 
Direitos preservados pela lei 9610/1

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Marilene Azevedo
12/02/2018